____ Fábrica de Cultura Jd. São Luís

  • 15h00 / Debate: “Quilombo Literário na Encruzilhada”

Cuti – Graduado em Letras pela Universidade de São Paulo em 1980, obteve os títulos de mestre em Teoria da Literatura e doutor em Literatura
Brasileira pela Unicamp. Em 1978, foi um dos criadores do jornal literário Jornegro e da série de antologias Cadernos Negros. Participou da
fundação do grupo Quilombhoje, no qual se manteve até 1993.

Luciana Moreno – Formada em Letras. Professora adjunta da Universidade do Estado da Bahia. Coordena o Grupo de Estudos Literatura e Periferia (s) desenvolve projetos de leitura literária em escolas públicas e espaços socioeducativos de Salvador.

Hamilton Borges – Idealizador e integrante da organização poética “Reaja ou será Mort@” e atua naEscola Pan-Africanista Winnie Mandela. Publicou em 2017 o livro de poemas “Teoria Geral do Fracasso” e em 2018 “Salvador, cidade túmulo” livro de contos. Criou o grupo de intervenção poética “Os Maloqueiros”.

  • 17h00 / Debate: “Literatura: Substantivo Feminino e Cada Vez Mais Negro”

Cidinha da Silva – Editora e escritora. Criadora de 15 obras autorais, destacando-se a série Melhores Crônicas, volumes 1 e 2, Um Exu em Nova York e Parem de nos matar!. Tem textos publicados em espanhol, francês, catalão, italiano e inglês.

Geni Guimarães – Escritora e professora. Publicou prosa e poesia em nove livros autorais e inúmeras coletâneas. É autora dos premiados Leite do peito e A cor da ternura, pelo qual recebeu o Jabuti de autor revelação em 1990. Tem dois novos livros no prelo.

Bianca Santana – Jornalista e escritora. Autora de Quando me descobri Negra e organizadora da coletânea Vozes Insurgentes de Mulheres Negras: do século XVIII à primeira década do século XXI. Colunista da revista Cult. Pela Uneafro Brasil, tem colaborado na articulação da Coalizão Negra Por Direitos.

  • 19h00 / Encontro de Saraus

Sarau Perifatividade – Grupo formado desde 2010 por educadores, músicos e ativistas sociais oriundos da região denominada Fundão do Ipiranga. Promove encontro de todas as linguagens artísticas, somadas à luta por educação e em defesa dos direitos humanos.

Sarau do Binho – Atua na zona sul há 16 anos, realizando vários projetos voltados ao incentivo à leitura. É composto por poetas, músicos e artistas de outras linguagens artísticas. Atualmente realiza o sarau mensalmente no Espaço Clariô de Teatro. O Sarau do Binho organiza há 5 anos a Felizs-Feira literária da Zona Sul,

Sarau Verso em Versos – Desde 2012 reúne pessoas interessadas em expressar seu encanto pela arte por meio de intervenções poéticas, musicais, astronômicas, audiovisuais ou performances. Os encontros aconteceram a cada terceira sexta-feira de cada mês, a partir de 2017 se tornou itinerante.

Sarau da Brasa – O Coletivo atua no bairro de Vila Brasilândia desde julho de 2008, promovendo saraus mensalmente, ações culturais, musicais, teatrais e na área da literatura. Atua em escolas do bairro e participou em diversas atividades culturais.

Sarau Kintal – Criado há 6 anos, reúne a cada edição aproximadamente 80 pessoas. Este encontro que é organizado periodicamente em parceria com moradores do bairro da Brasilândia/Freguesia do Ó, tem se revelado como um espaço comunitário de criação e produção cultural.

Sarau Elo da Corrente – É um encontro de poesia falada da periferia paulistana. Acontece em Pirituba, no bar do Santista, e foi criado em 2007. Onde os poetas da comunidade, acompanhados de ritmos percussivos, convidam a interagir com os versos da literatura negra, periférica e de cordel.

Sarau da Cooperifa – Movimento cultural que transformou um bar em um centro cultural na periferia de São Paulo, este sarau se tornou pioneiro na
disseminação da poesia. Em outubro de 2019 o sarau completa 19 anos de atividades poéticas no Bar do Zé Batidão como Cinema na laje, Chuva de livros, Várzea Poética, Poesia no ar, Natal com livros, Mostra Cultural, Sarau nas escolas e outras atividades.

  • 20h00 / Show: Pastoras do Rosário em “Libertador”

Mulheres negras que surgem do chão sagrado da Igreja N.Sra do Rosário, sustentam suas raízes, trazem a história de resistência africana. Musicalmente há influência das congadas, moçambiques e sambas de roda, com um repertório composto especialmente para elas e releituras de Carolina Maria de Jesus e Dona Ivone Lara.

Fábrica de Cultura Jd. São Luís – R. Antônio Ramos Rosa, 651 – Jardim São Luís